Vírus já matou mais de 505 mil pessoas e infetou mais de 10 milhões em todo o mundo

30 de Junho 2020

A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 505.652 pessoas e infetou mais de 10 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa até às 11:00 de Lisboa, já morreram pelo menos 505.652 pessoas e há mais de 10.322.400 infetados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

Pelo menos 5.187.300 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

A AFP adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 126.141 mortos e 2.590.582 casos, respetivamente. Pelo menos 705.203 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 58.314 mortes em 1.368.195 casos, Reino Unido com 43.575 mortes (311.965 casos), Itália com 34.744 mortes (240.436 casos) e França com 29.813 mortos (200.667 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.531 casos (19 novos entre segunda-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes e 78.469 recuperações.

A Europa totalizou 196.686 mortes em 2.670.500 casos, Estados Unidos e Canadá 134.751 mortes (2.694.400 casos), América Latina e Caraíbas 113.933 mortes (2.530.877 casos), a Ásia 34.338 mortes (1.276.020 casos), Médio Oriente 15.968 mortes (746.780 casos), África 9.843 mortes (394.503 casos) e Oceânia 133 mortes (9.328 casos).

A AFP avisa que devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os valores de aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

LUSA/HN

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