Há 477 mil mortos e mais de 9,2 milhões de infetados em todo mundo

24 de Junho 2020

A pandemia do novo coronavírus já causou a morte a pelo menos 477.570 pessoas e infetou 9,2 milhões em todo o mundo desde dezembro, segundo um balanço da agência AFP baseado em dados oficiais.

De acordo com os dados recolhidos pela agência de notícias francesa até às 11:00 de Lisboa, já morreram pelo menos 477.570 pessoas e há mais de 9.279.310 infetados em 196 países e territórios desde o início da epidemia, em dezembro de 2019 na cidade chinesa de Wuhan.

Pelo menos 4.548.900 casos foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

Contudo, a AFP adverte que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do total real de infeções, já que alguns países estão a testar apenas casos graves, outros usam o teste como uma prioridade para rastreamento e muitos países pobres têm apenas capacidade limitada de rastreamento.

Os Estados Unidos, que registaram a primeira morte ligada ao coronavírus no início de fevereiro, são o país mais afetado em termos de número de mortes e casos, com 121.225 e 2.347.102 casos, respetivamente. Pelo menos 647.548 pessoas foram declaradas curadas.

Depois dos Estados Unidos, os países mais afetados são o Brasil com 52.645 mortes para 1.145.906 casos, Reino Unido com 42.927 mortes (306.210 casos), Itália com 34.675 mortes (238.833 casos) e França com 29.720 mortos (197.674 casos).

A China (excluindo os territórios de Hong Kong e Macau) contabilizou oficialmente um total de 83.430 casos (12 novos entre terça-feira e hoje), incluindo 4.634 mortes e 78.428 curados.

A Europa totalizou 194.029 mortes para 2.567.220 casos, Estados Unidos e Canadá 129.724 mortes (2.449.065 casos), América Latina e Caraíbas 100.399 mortes (2.163.594 casos), Ásia 30.566 mortes (1.096.166 casos), Médio Oriente 14.155 mortes (669.097 casos), África 8.565 mortes (325.216 casos) e Oceânia 132 mortes (8.958 casos).

Esta avaliação foi realizada com dados recolhidos pela AFP junto de autoridades de saúde e informações da Organização Mundial da Saúde (OMS).

A AFP avisa que devido a correções pelas autoridades ou a publicação tardia dos dados, os valores de aumento de 24 horas podem não corresponder exatamente aos publicados no dia anterior.

LUSA/HN

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